quinta-feira, 9 de setembro de 2010

An emergency phone call!

Caller: Hello,
can I speak to Annie Wan?
Operator: Yes, you can speak to me.
Caller: No,
I want to speak to Annie Wan!
Operator: Yes I understand you want to speak to anyone. You can speak
to me. Who is this?
Caller: I'm Sam Wan. And I need to talk to Annie Wan! It's urgent.
Operator: I know you are someone and you want to talk to anyone! But what's this urgent matter about?
Caller: Well..
just tell my sister Annie Wan that our brother Noe Wan was involved in an accident. Noe Wan got injured and now Noe Wan is being sent to the hospital. Right now, Avery Wan is on his way
to the hospital.
Operator: Look, if no one was injured and no one was sent to the hospital, then the accident isn't an urgent matter! You may find this hilarious but
I don't have time for this!
Caller: You are so rude! Who are you?
Operator: I'm Saw Ree.
Caller: Yes!
You should be sorry. Now give me your name!
Operator: That's what I said. I'm Saw Ree

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Sorriso

Minha alma tem sorrido como criança inocente
Há muito tempo não via brilhar essa luz incandescente
Meus lábios emanam a imagem da alegria
Esperança que cria estar perdida

Lua minha, brilhe pra mim eternamente
Juro-te sorrir-te para todo sempre
Tuas palavras me fazem mergulhar no mais profundo mar
E tuas juras de amor me pego a recitar

Momentos angelicais tenho vivenciado
Assim desejo permanecer, estática como um retrato
Cravando na história sorrisos indeléveis
Que quando contemplado registram o mais terno amor


C. F.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Protesto

Não quero acreditar
Não quero aceitar

Todo amor que ofereço
Para ela não é válido

A alma que ofertei
A essência que perdi
Os sonhos que sonhei
As palavras que escrevi
E as lágrimas que sozinho derramei
Nem ao menos diferenças fizeram

Todas as boas emanações e sentimentos
Perdidos e levados agora pelo vento

Vejo-me como poeira na estante vazia
Foi pedir muito que você fosse minha?

Harlan Ronald
Cores à vida

Galopando incessantemente à procura do amor
Procurando esperançoso àquela que me trará cor;

Ofegante de angústia, desejos e com acanhamento
Minha voz penetrante ecoa pelos seus pensamentos;

O brilho que trago é convite à felicidade
Para brilharmos juntos, emitindo claridade;

Talvez o medo e a incerteza não lhe permitam me reconhecer
Talvez as cores que não tenho apareçam no alvorecer;

O algoz, o tempo me impede de te possuir
Suspirando pelos cantos, sem ti deixo de existir;

Sei que me darás a vida, a cor que tanto procuro
Sem sua presença minha vida é só escuro.

Viveremos juntos a vida mais bela
Colorindo tudo e todos e pintando a aquarela.


Harlan Ronald

sábado, 15 de maio de 2010

Em certos momentos, queremos tanto algumas situações, que esquecemos quem somos, perdemos nossa essência, nosso foco, nossa razão. Por esse querer acabamos nos perdendo. Fazemos de tudo, nos esforçamos. Muitas das vezes sabemos que no final esse querer não será ao menos realizado. Qual o sentido do esforço? Qual o motivo da angústia? Ainda assim parte do íntimo a última esperança, esperança de que seus movimentos sejam reconhecidos e valorizados por alguém, esperança de que alguém te estenda uma mão dizendo: Eu lhe entendo e lhe apoio! Força, seu trabalho vale-rá a pena e sua recompensa te espera no final no caminho. A necessidade se faz em muitas ocasiões, a caridade se esconde por timidez. O desespero bate à porta, as pessoas que eram esperadas com auxílio não aparecem!
E mais uma vez caímos no íntimo, sozinhos, no infinito.
O almejado fica sempre na frente! Como um sonho! Ainda assim a nossa natureza não nos deixa cair no total, porque no final há ainda a busca!
Não há tempo suficiente em nossa existência atual para descobrir e aprender tudo com nossas próprias experiências. Por isso devemos absorver das experiências alheias o ensinamento de cada situação.
Seguindo esse preceito, venho aqui compartilhar um pouco de experiência com a relação as expectativas que temos nas pessoas.
Endereço a todos que devemos esperar sempre a pior das atitudes de qualquer pessoa.
A partir do momento em que esperamos algo bom e esse algo bom não vem, ficamos chateados e aborrecidos. Desapontados por aquilo esperado não ter sido realizado. Mas, a partir do momento em que estamos preparados para as piores situações, nos armamos com pensamentos e atitudes para receber o impacto, de repente, por algum motivo esse impacto não é realizado, mas pelo contrário, algo bom veio, algo não esperado, de bom proveito. Agora ficamos pasmos com uma atitude boa vinda em nossa direção. Momento de satisfação interior, de realização. Acostumem-se amigos!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Uma estranha visita noturna

Ao passo que andava Mara não imaginava a chocante experiência que há esperava mais adiante. Seus passos lentos e simétricos, percorrendo o campo pleno de flores, pareciam retardar o encontro indesejado naquele ocaso silencioso. Seu vestido de cetim azul parecia acompanhar os movimentos gentis e sutis das flores e galhos ao soprar da brisa noturna apaziguadora. Seu perfume se confundia com agradável odor das plantas e frutos maduros. Por instante parecia que os cheiros se completavam.

Ao cantarolar versos e prosas em sua mente, Mara se assustou ao ver um automóvel chocado contra a maior sequóia encontrada pelas redondezas. Sua paz interior até então intacta, se desfez como poeira levada pelo vento.
Guiada pelo seu instinto, Mara correu ao encontro do veículo destruído pelo impacto, como intuito de socorrer. Antes mesmo de chegar ao seu destino, foi parada por um estranho rapaz que não lhe permitiu chegar próximo ao carro.

O rapaz pálido, com aparência delgada, lhe disse que não havia mais necessidade de amparar qualquer cidadão presente no veículo. Infelizmente o único passageiro que por sua vez era condutor, havia falecido.

Levada pela fé, Mara ajoelhou-se no chão, fechando seus olhos e rogando misericórdia e amparo àquele infortúnio. Após alguns minutos, podia-se sentir no ar um cheiro agradável de lavanda e uma força superior presentes naquele instante. Tocada pela energia, Mara abriu os olhos e para sua surpresa, o estranho rapaz havia desaparecido.

Com um sentimento de missão cumprida, Mara entrou em contato com a policia local para que houvesse um inquérito sobre o ocorrido. Após a chegada da força local, Mara retirou-se para seu lar. A imagem daquele misterioso rapaz não saia de sua cabeça.

Mara estremeceu ao ver a reportagem no jornal local sobre o acidente recente, vendo a publicação da foto da vítima. Ali estava. Ali ela o reconheceu. O estranho rapaz até o momento desaparecido era exatamente a vítima do acidente.

Harlan Ronald

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Família . . . quem não tem?

Eu sou viúvo e tenho um filho homem, arranjei uma viúva para me casar;
Mas a minha sogra que é muito teimosa, com o meu filho foi se matrimoniar;
E desse matrimônio nasceu um garoto. Desde esse dia que eu fico louco. Esse garoto é filho do meu filho, sendo filho da minha sogra é irmão da minha mulher. Ele é meu genro e eu sou cunhado dele, minha sogra é minha nora, meu filho meu sogro é. Dessa confusão eu ja nem sei quem sou, acaba esse garoto sendo meu avô!