sábado, 15 de maio de 2010

Em certos momentos, queremos tanto algumas situações, que esquecemos quem somos, perdemos nossa essência, nosso foco, nossa razão. Por esse querer acabamos nos perdendo. Fazemos de tudo, nos esforçamos. Muitas das vezes sabemos que no final esse querer não será ao menos realizado. Qual o sentido do esforço? Qual o motivo da angústia? Ainda assim parte do íntimo a última esperança, esperança de que seus movimentos sejam reconhecidos e valorizados por alguém, esperança de que alguém te estenda uma mão dizendo: Eu lhe entendo e lhe apoio! Força, seu trabalho vale-rá a pena e sua recompensa te espera no final no caminho. A necessidade se faz em muitas ocasiões, a caridade se esconde por timidez. O desespero bate à porta, as pessoas que eram esperadas com auxílio não aparecem!
E mais uma vez caímos no íntimo, sozinhos, no infinito.
O almejado fica sempre na frente! Como um sonho! Ainda assim a nossa natureza não nos deixa cair no total, porque no final há ainda a busca!
Não há tempo suficiente em nossa existência atual para descobrir e aprender tudo com nossas próprias experiências. Por isso devemos absorver das experiências alheias o ensinamento de cada situação.
Seguindo esse preceito, venho aqui compartilhar um pouco de experiência com a relação as expectativas que temos nas pessoas.
Endereço a todos que devemos esperar sempre a pior das atitudes de qualquer pessoa.
A partir do momento em que esperamos algo bom e esse algo bom não vem, ficamos chateados e aborrecidos. Desapontados por aquilo esperado não ter sido realizado. Mas, a partir do momento em que estamos preparados para as piores situações, nos armamos com pensamentos e atitudes para receber o impacto, de repente, por algum motivo esse impacto não é realizado, mas pelo contrário, algo bom veio, algo não esperado, de bom proveito. Agora ficamos pasmos com uma atitude boa vinda em nossa direção. Momento de satisfação interior, de realização. Acostumem-se amigos!